J. Gresham Machen (1881-1937) foi um teólogo presbiteriano americano, líder do movimento fundamentalista e um oponente do liberalismo teológico.
Machen enfatizou a nerrância da Bíblia, e ele argumentou que o liberalismo teológico era um afastamento da fé cristã histórica. Foi um dos fundadores da Igreja Presbiteriana Ortodoxa (1936), do Conselho Independente para Missões Estrangeiras (1933) e do Seminário Teológico de Westminster (1929).
Ao contrário de muitos dos seus contemporâneos, Machen não era um típico fundamentalista ou evangelical. Em vez disso, sua teologia era enraizada nas tradições da Escola Princeton, aderindo firmemente às interpretações princetonianas da Confissão de Fé de Westminster. Não se alinhando com movimentos fundamentalistas populares, evitou atividades revivalistas e resistiu ao envolvimento na política.
Em 1923 publicou “Cristianismo e Liberalismo”, argumentando que a teologia liberal não era uma mera variação da ortodoxia, mas um sistema religioso inteiramente novo, desprovido da essência do cristianismo. Dizia que a teologia liberal era uma religião sem Jesus. A sua crítica ousada causou repercussões nos círculos teológicos, desafiando as noções prevalecentes e afirmando a necessidade de uma adesão firme às doutrinas cristãs historicamente cridas.
Seu legado perdura. através de sua orientação de figuras influentes como Harold Ockenga, Carl McIntire e Francis Schaeffer.
