Códice Sangalense

O Codex Sangallensis, ou Δ Delta, 037, ε76, é um manuscrito uncial composto por volta do século VIII-IX.

Está guardado na Biblioteca da Abadia de Saint Gallen, na Suíça
É um manuscrito interlinear greco-latino quase completo dos Evangelhos (falta João 19:17-35). Foi estudado por Martin Gerbert (1773), Johann Martin Augustin Scholz (1830), Heinrich C. M. Rettig (1836).

Outros manuscritos da mesma coleção recebem a designação de Sangallensis: cCodex Sangallensis 1395 (século V) que possivelmente seria manuscrito mais antigo com um texto da Vulgata; Codex Sangallensis 51, cópia latina dos Evangelhos com afinidades celtas e um texto incomum de João – e 0130, um fragmento de palimpsesto grego com texto de Marcos 1-2 e Lucas 1-2.

Códice Beratino

O Codex Beratinus ou Φ Phi, 043, ε 17 (von Soden) é um manuscrito do Novo Testamento grego composto por volta dos séculos V-VI.

Trata-se de um manuscrito uncial, escrito em 190 folhas de pergaminho púrpura com uma tinta prateada. Contém, com muitas lacunas, trechos dos evangelhos de Mateus (1:1–6:3; 7:26–8:7; 18:23–19:3) e de Marcos (14:62-16:20).

É um espécime dos códices púrpuras com o Codex purpureus Rossanensis, o Codex Sinopensis e o Codex Petropolitanus Purpureus.

A notícia mais antiga dele vem de 1356, quando estava em um monastério na Albânia. Em 1875 ganhou notoriedade entre acadêmicos. Hoje é mantido nos Arquivos Estatais em Tirana.

Emílio Conde

Emílio Conde (1901-1971) foi um escritor, compositor, hinista, editor e ecumenista pentecostal brasileiro.

Emílio Conde nasceu em São Paulo, filho de João Batista Conde e Maria Rosa Conde, de origem italiana e portuguesa. Converteu-se na Congregação Cristã do Brasil em São Paulo e posteriormente quando se mudou ao Rio de Janeiro passou à Assembleia de Deus em São Cristóvão. Contribuiu para a imprensa evangélica, sendo redator-chefe do “Mensageiro da Paz”. Participou de vários encontros e movimentos de aproximação denominacional entre os pentecostais do mundo.

Viveu celibatário e nunca assumiu ministério ordenado.

No hinário Hinos de Louvores e Súplicas a Deus, No 5, contém seus hinos 51 “A Palavra do Senhor é Pão celestial”; 245 “Não pode entender o Mundo”; 259 “Só triunfará o de sincero coração”.

Na Harpa Cristã, Emílio Conde tem autoria e composição do hino 26 “a formosa Jerusalém”. Como tradução, versão ou adaptação, ele tem os hinos 199 “a ceia do Senhor”; 214 “desejamos ir lá”; 227 “Deus amou este mundo”; 228 “este mundo não compreende”; 247 “Deus nos guarde no seu amor”; 296 “no jardim”; 303 “precisamos de Jesus”; 306 “a palavra de Deus é um tesouro”; 308 “só o sangue de Jesus”; 395 “ide por todo o mundo”; 449 “à beira da estrada”; 450 “o sol da justiça”; 451 “meu noivo vem”; 453 “Deus é o mesmo”; 501 “vencendo com o bom capitão”. Em parceria com Nils Kastberg, ele tem os hinos 342 “as cordas do coração”; 447 “nascer de novo”; 486 “vasos transbordantes”. Por fim, em parceria com Eufrosine Kastberg, ele tem os hinos 295 “novo canto de louvor”; 297 “abundância de Cristo”; 302 “não murmures; canta”; 305 “campeões da luz”.

Carro de guerra

Carro de guerra רֶכֶב, rekhev; מֶרְכָּבָה, merkavah; ἅρμα, harma, ou biga, era um tipo de charrete de duas rodas, tracionada por cavalos, empregada para transporte. Inventada na Idade do Bronze na Ásia central, foi disseminada por povos indoeuropeus para a guerra. Por volta do século XVIII a.C. aparece no Antigo Oriente Médio, com seu pico de uso entre os anos 1200 e 800, com os avanços das tecnologias do ferro. Os carros de guerra forneciam um rápido avanço tátil e combinava sua letalidade com o uso de arqueiros. O desenvolvimento da cavalaria a partir dos assírios diminuiu o uso dos carros de guerras, mas permaneceu como instrumento de guerra e símbolo cerimonial de poder até o começo da era cristã.

Menções bíblicas aos carros de guerra;

  • Gênesis 41:43
  • Gênesis 46:29
  • Êxodo 14
  • Juízes 4 e 5
  • 2 Samuel 8:4
  • 1 Reis 10:26
  • 1 Reis 10:29
  • Atos 8:28, 29, 38
  • Apocalipse 9:9

Esclarecimentos sobre a CCUS e a CCB

No final de janeiro de 2024, os anciães mais velhos dos Estados Unidos apresentaram propostas de alteração dos Estatutos e Doutrina da Congregação Cristã nos Estados Unidos (CCUS) em uma reunião regional.

Uma série de fatores possíveis — desconhecimento jurídico, histórico e doutrinário da Congregação Cristã, falta de competência intercultural, oportunismo e disseminação de notícias falsas — levou àlgumas pessoas do Conselho dos Anciães Mais Velhos do Brasil a entenderem que seria uma tentativa de ruptura entre a CCUS e a Congregação Cristã no Brasil (CCB).

Em uma resposta apressada, sem o devido processo legal e sem direito de defesa ou resposta, foi emitida e publicada a Circular 178 no site da CCB, com o intuito de destituir cinco anciães dos Estados Unidos.

A pedido de alguns anciães do Brasil, considerando minhas posições de jurista, membro e pesquisador, redigi estas notas de esclarecimento e enviei-as ao Conselho de Anciães Mais Velhos do Brasil.

Elas contém em paralelo os Estatutos de 1996 e as propostas de alteração de 2024; elenco de riscos jurídicos resultantes pela emissão da Circular 178; as bases históricas e doutrinárias para o relacionamento entre as diversas denominações nacionais da Congregação Cristã; recomendações para aprofundarem-se em questões de missiologia, formas de associação internacional para denominações e estabelecimento de um memorando de entendimento.

Apesar de ter escutado envolvidos tanto do Brasil quanto dos Estados Unidos, essas notas fundamenta-se em análise documental, ou seja, daquilo que esteja posto nos documentos.

A carta não obteve resposta do Conselho de Anciães Mais Velhos do Brasil. Contudo, no mesmo dia, um de seus membros vazou esta carta e a fez chegar a um polemista de Youtube, em descumprimento ao sigilo requerido pelo Código de Ética ministerial, buscando desacreditar seu autor. Diante dessa atitude, é necessário que se torne público o inteiro teor destas notas.