Jörg Maler (Jörg Rothenfelder) (datas desconhecidas). Foi um anabatista suíço do século XVI.
Esteve por um tempo associado a Pilgram Marpeck como o copista do “Kunstbuch” que preservou muito dos escritos de Marpeck.
Jörg Maler (Jörg Rothenfelder) (datas desconhecidas). Foi um anabatista suíço do século XVI.
Esteve por um tempo associado a Pilgram Marpeck como o copista do “Kunstbuch” que preservou muito dos escritos de Marpeck.
Lemke (Lemken Bruerren? Lemmeken?) foi um ancião anabatista baseado em Jülich, na região do baixo rio Reno. Esteve ativo entre 1547 e 1565, sendo colaborador de Menno Simons, com quem também teve uma controvérsia acerca de disciplina eclesiástica.
Sua casa em Jülich foi destruída por ser lugar de culto a Deus em 1547.
Sebastian Franck (1499-1543) foi um cronista, teólogo e editor bávaro.
Inicialmente um padre católico tornado pastor luterano, Franck produziu uma obra anti-anabatista. Contudo, eventualmente desenvolveu simpatia pelos anabatistas e em 1529 esteve refugiado em Estrasburgo, onde manteve contato com Schwenckfeld, Serveto e Bünderlin, talvez com Melchior Hoffman.
Franck foi pioneiro em utilizar fontes historiográficas e etnográficas na reflexão teológica. Em um catálogo comparativo das facções do cristianismo, criticou tanto os reformadores quanto os católicos. A partir de relatos de viagens, especialmente das nações novas aos Europeus, inclusive a América demonstrou que a apreensão da verdade seria mais complexa. Critica o sectarismo bem como a limitação dos diversos sistemas teológicos. Embora não poupasse críticas aos anabatistas, foi contado como um deles (e perseguido como tal), além de seus escritos usufruírem ampla aceitação no movimento anabatista.
Franck e outros seus contemporâneos foram chamados de pneumatici ou espiritualistas, por enfatizarem o caráter espiritual da Igreja ao invés de atribuir importância à instituição visível, aos dogmas teológicos e aos sacramentos.
Sébastien Castellion ou Sebastião Castélio (1515-1563), reformador francês refugiado em Estrasburgo e Genebra.
Inicialmente um apoiador de Calvino, mas quando começou a traduzir a Bíblia Castélio encontrou inconsistência entre as Escrituras as Institutas de Calvino. Depois, com a crescente intolerância, autoritarismo e dogmatismo de Calvino e da Reforma na Suíça, Castélio criticou o uso de força para a conformidade de crenças. Sua defesa dos anabatistas e de Miguel Serveto colocaram-no em total oposição com o partido Reformado.
Endres Keller ou Kentlein (?-depois de 1536) reformador anabatista.
Keller era membro de uma família proeminente em Rothenburg ob der Tauber, Bavária. Keller passou muitos meses na prisão e sofreu muitas torturas por sua fé. Em seu professo, apresentou uma extensa confissão de fé. Mais tarde, ele se retratou.