Steven Studebaker

Steven M. Studebaker é um teólogo pentecostal.

É catedrático de Pensamento Evangélico e professor associado de teologia sistemática e histórica no McMaster Divinity College em Hamilton, Ontário, Canadá.

Sua educação levou-o à Northwest University em Seattle; Trinity Evangelical Divinity School e Marquette University, nessa última obteve seu doutorado.

Obras:

  • A Pentecostal Political Theology for American Renewal: Spirit of the Kingdoms, Citizens of the Cities (2016).
  • From Pentecost to the Triune God: A Pentecostal Trinitarian Theology (2012).
  • The Trinitarian Vision of Jonathan Edwards and David Coffey (2011).
  • Como editor: Pentecostalism and Globalization (2010).
  • Defining Issues in Pentecostalism: Classical and Emergent (2008).
  • junto de Robert Caldwell, The Trinitarian Theology of Jonathan Edwards (2016).

Peter Riedemann

Peter Riedemann (c. 1506-1556) foi um líder e teólogo anabatista alemão que cria na importância da comunidade, do discipulado e da não violência.

Profissionalmente um sapateiro, converteu-se ao ler um planfeto dos reformadores. Foi à Áustria onde foi batizado por Hans Hut. Foi testemunha dos ocorridos de Münster e, letrado, dedicou-se a registrar o episódio, bem como a escrever panfletos em linguagem popular acerca da fé protestante. Preso, escreveu na prisão o Grande Relato, um documento apologético e confessional que deu base para os hutteritas.

Em 1540-1542 estava na prisão quando escreveu uma confissão de fé, a qual foi adotada pelos huteritas.

BIBLIOGRAFIA

Riedemann, Peter. Peter Riedemann’s Hutterite Confession of Faith. Edited and translated by John Friesen. Walden, New York: Plough, 2019.

Petr Chelčický

Petr Chelčický (Chelcicky, Chelciki, Helchitsky)  (c. 1390-ca. 1460) foi um notável líder cristão tcheco dentro do movimento hussita.

Defensor da não resistência e do discipulado cristão, Chelčický foi antecessor das igrejas pacifistas. Foi autor de vários livros e panfletos, sendo o principal A rede da fé (Šít Víry) (1440).

Chelčický condenou a guerra e a pena capital, opôs-se a cidades, comércio e juramentos. Renunciou a todas as formas de poder e autoridade secular, defendendo um cristianismo primitivo e igualitário.

Ensinava que o cristão deve lutar pela justiça por sua própria vontade, mas não deve forçar os outros a serem bons e que a bondade deve ser voluntária. O cristão deve amar a Deus e ao próximo e essa é a maneira de converter as pessoas e não por compulsão. Afirmava que qualquer tipo de compulsão seria intrinsicamente má e que os cristãos não devem participar de lutas políticas.