David Worthington Simon (1830–1909) foi um teólogo, ministro congregacionalista e tradutor britânico.
Nascido no Reino Unido, Simon dedicou sua vida ao ministério e à educação teológica. Formado em um contexto que valorizava a erudição teológica, especialmente a tradição reformada, Simon atuou como reitor de uma faculdade congregacionalista.
Familiarizado com a teologia alemã, produziu traduções de obras como “Comentário sobre Eclesiastes” de Hengstenberg (1860), a “História do Desenvolvimento da Doutrina da Pessoa de Cristo” (Divisão II) de Dorner, traduzido em colaboração com Alexander e Fairbairn (1861–1863), e o “Lexicon Biblico-Teológico do Grego do Novo Testamento” de Cremer, traduzido com Urwick (1872). Também publicou “A Bíblia: Um Crescimento da Vida Teocrática” (1886), onde explora a relação entre a vida religiosa e a sociedade.
Simon também escreveu diversos artigos em revistas teológicas, como “A Formação Universitária dos Ministros Congregacionalistas” (1883) e “Doutrina Cristã e Vida” na Bibliotheca Sacra (1884).
Suas publicações refletem seu envolvimento com questões teológicas contemporâneas e sua habilidade em articular conceitos complexos de maneira acessível. Abordou uma variedade de tópicos teológicos, incluindo a doutrina da Trindade, a redenção e a relação entre evolução e a queda do homem. Em suas obras, frequentemente integrava perspectivas históricas e críticas. Seu trabalho “Redenção do Homem: Discussões sobre a Expiação” (1889) é um exemplo disso, onde discute as implicações da expiação na vida cristã.
