Pesos e medidas

As unidades de medida bíblicas e talmúdicas, usadas principalmente pelos antigos israelitas, aparecem com frequência no Antigo Testamento e em escritos rabínicos posteriores, como a Mishná e o Talmud.

Embora haja amplo registro sobre a relação entre as unidades de medida, existe um debate sobre a correspondência exata entre as medidas bíblicas e outros sistemas. As definições clássicas, como a de que um “etzba” (dedo) equivalia a sete grãos de cevada lado a lado, ou que um “log” era igual a seis ovos médios, também são debatidas.

Sabe-se que o sistema de medição israelita se assemelha aos sistemas babilônico e egípcio antigo, provavelmente derivando de uma combinação de ambos. Estudiosos inferem os tamanhos absolutos com base nas unidades babilônicas e suas contrapartes contemporâneas.

Um exemplo de discrepância é o cúbito. A Bíblia apresenta duas definições para o cúbito. Ezequiel o define como um cúbito mais uma palma, enquanto em outras partes ele equivale a um cúbito padrão. Essa diferença pode ser explicada pela menção no Livro das Crônicas de que o Templo de Salomão foi construído usando “cúbitos da primeira medida”, sugerindo uma mudança no tamanho do cúbito ao longo do tempo.

Medida (transliteração)Nome em HebraicoNome em GregoEquivalente aproximado (métrico)Notas
Comprimento
Etzba (dedo)אצבעδάκτυλος (dáktylos)2,0 – 2,4 cm
Tefach (palmo)טפחπαλαιστή (palaistē)8,0 – 9,5 cm4 dedos
Zeret (palmo menor)זרתσπιθαμή (spithamē)24,1 – 28,7 cm3 palmos
Amah (côvado)אמהπῆχυς (pēkhys)48,2 – 57,3 cm2 palmos menores
Côvado (Ezequiel)אמהπῆχυς (pēkhys)51,3 – 61,6 cm7 palmos
Milמילμίλιον (mílion)0,96 – 1,15 km2000 côvados
Parasaפרסהπαρασάγγης (parasángēs)3,87 – 4,58 km4 mil
Estádioστάδιον (stadion)~185 m1/8 de milha romana
Braçaὀργυιά (orgyuia)~1,8 m
Área
Tsemed (acre)צמד~0,13 hectaresÁrea arada por uma junta de bois em um dia; valor incerto
Beit rovaבית רובע24 – 34,5 m²Espaço para semear ¼ kav de semente
Beit seahבית סאה576 – 829,5 m²Espaço para semear 1 seah de semente
Beit korבית כור1,73 – 2,48 hectaresEspaço para semear 1 kor de semente
Volume (seco)
Logלגξέστης (xestēs)0,3 L6 ovos
Kabקבκάβος (kabos)1,2 L4 log
Seahסאהσάτον (saton)7,3 L6 kab
Efahאיפה22 L3 seah
Omerעומרγόμερ (gomer)2 L1/10 efah
Lethekלתך110 L5 efah
Korכורκόρος (koros)220 L2 lethek
Choinixχοῖνιξ (khoinix)~1 L
Volume (líquido)
Logלֹג0,3 L
Hinהין3,6 L12 log
Bathבתβάτος (batos)22 L6 hin
Metretesμετρητής (metrētēs)~39 L
Peso
Gerahגרה0,57 g
Bekaבקע5,71 g10 gerah
Shekelשקלσίκλος (siklos)11,42 g20 gerah
Pimפים7,62 g2/3 shekel (?)
Litra/Minaמנהλίτρα (litra) / μνᾶ (mna)571,2 g50 shekel
Kikar/Talentoככרτάλαντον (talanton)34,27 kg60 litra

Manuscritologia

A manuscriptologia é o estudo interdisciplinar de manuscritos. Documentos manuscritos ou produzidos à mão, normalmente em suportes textuais flexíveis como pergaminho ou papel, antes da invenção da imprensa. Abrange o exame, descrição, interpretação e preservação de manuscritos e seus materiais.

O estudo da manuscritologia envolve a análise das características físicas dos manuscritos, incluindo seu tamanho, layout, encadernação e materiais de escrita, bem como o conteúdo e o contexto dos textos que eles contêm. Isso pode incluir o exame da caligrafia, decoração e iluminura do manuscrito, bem como o contexto linguístico e histórico em que foi produzido.

Os manuscritos são uma importante fonte de informação sobre a história da escrita, o desenvolvimento das línguas, a transmissão do conhecimento e as práticas culturais e sociais das sociedades passadas. Eles fornecem informações sobre as crenças, valores e costumes de indivíduos e comunidades, bem como as realizações intelectuais e artísticas de civilizações passadas.

O estudo da manuscritologia é essencial para a preservação e conservação desses importantes artefatos culturais. Os manuscritos geralmente são frágeis e vulneráveis a danos causados por fatores ambientais, como luz, umidade e temperatura, bem como pelo manuseio físico. Como tal, os manuscritos trabalham em estreita colaboração com conservadores e arquivistas para garantir que esses documentos sejam devidamente cuidados e protegidos.

Nos últimos anos, a revolução digital teve um impacto profundo no estudo da manuscritologia, com muitos manuscritos sendo digitalizados e disponibilizados online. Isso abriu novas possibilidades de pesquisa, permitindo que os estudiosos acessem e estudem manuscritos de todo o mundo.

A manuscriptologia é um campo amplo que abrange várias disciplinas relacionadas, incluindo paleografia, codicologia, diplomática e crítica textual. Cada uma dessas disciplinas se concentra em um aspecto diferente dos manuscritos, mas todas estão interconectadas e interdependentes.

Paleografia é o estudo da caligrafia antiga e medieval, incluindo a identificação de escritas e a interpretação de suas características. Os paleógrafos analisam as formas das letras, abreviações e pontuação dos manuscritos para identificar a escrita usada e datar o manuscrito. A paleografia é uma parte importante da manuscritologia porque ajuda a estabelecer o contexto e a proveniência do manuscrito.

Codicologia é o estudo dos aspectos físicos dos manuscritos, incluindo sua encadernação, layout e materiais. Os codicologistas examinam a estrutura e a construção dos manuscritos para entender como foram produzidos, como foram usados e como foram preservados. A codicologia é importante porque ajuda a estabelecer o contexto material do manuscrito.

Diplomática é o estudo do contexto legal e administrativo de documentos, incluindo manuscritos. Os diplomatas examinam os aspectos formais dos documentos, como seu formato, estrutura e linguagem, para entender sua função e significado. A diplomática é importante para a manuscritologia porque ajuda a estabelecer o contexto legal e administrativo do manuscrito.

A crítica textual é o estudo do texto dos manuscritos, incluindo a identificação de variantes e a reconstrução do texto original. Os críticos textuais examinam o texto e a estrutura dos manuscritos para identificar erros e variações e para reconstruir o texto original. A crítica textual é importante para a manuscritologia porque ajuda a estabelecer o contexto textual do manuscrito.

A manuscritologia é de importância crucial para a cência bíblica porque fornece acesso às primeiras cópias sobreviventes dos textos bíblicos. Esses manuscritos costumam ser a única evidência de sua transmissão ao longo do tempo.

O estudo dos manuscritos bíblicos envolve paleografia, codicologia e crítica textual, que ajudam a estabelecer a idade, proveniência e autenticidade dos manuscritos. Os estudiosos usam esses métodos para comparar diferentes versões dos textos bíblicos e reconstruir o texto original.

A manuscriptologia permitiu aos estudiosos identificar inúmeras leituras variantes nos textos bíblicos, o que levou a uma melhor compreensão da transmissão e desenvolvimento dos textos bíblicos. Também forneceu evidências da existência de diferentes tradições textuais, o que esclareceu os diversos contextos culturais e religiosos nos quais os textos foram produzidos.

Filologia

Filologia é a disciplina humanística e científica que investiga o desenvolvimento histórico de um texto. Pelo método da filologia, busca-se estabelecer em um texto sua autenticidade, suas transformações e variantes e sua forma canônica.

Nascida das práticas editoriais de manuscritos na Antiguidade, a filologia tornou-se um conjunto de técnicas e princípios sistematizados a partir das práticas de manuseio, cópia e edição na Biblioteca de Alexandria.

A filologia cristã de textos bíblicos remonta da Escola Catequética de Alexandria, da qual destacou-se Orígenes, principalmente com sua edição da Hexapla. As filologias judaica e caraíta devem-se sobretudo ao trabalho dos massoretas.

No Renascimento, a obra de Lourenço Valla deu início a um novo interesse pela disciplina. Com a popularização da imprensa e a demanda por edições de textos da Antiguidade, a disciplina floresceu a partir do século XVI.

A moderna filologia foi desenvolvida por três eruditos alemães: Friedrich Wolf (1759-1824), Immanuel Bekker (1785-1871) e Karl Lachmann (1793-1851). O método genealógico e estemático desenvolvido por esses autores visava reconstituir as formas mais antigas e seus trajetos de transmissão.

Quanto ao objetivo de recuperação dos textos, no século XIX surgiram duas escolas. Uma escola, a de Paul de Lagarde (1827 – 1891), enfocava na reconstituição de um suposto texto original (Urtext), pressupondo que variantes surgiriam durante a transmissão. Em contraste, a escola da crítica das fontes buscava mapear as variantes que convergiriam para um texto arquetípico.

As posições da filologia do século XIX não foram sem questionamentos. Muitos de seus princípios e pressupostos foram criticados por Joseph Bédier (1864 – 1938). Bédier criticava a arbitrariedade e reducionismo do método genealógico. Outras escolas filológicas defendiam simplesmente a anotação crítica do “melhor” manuscrito disponível. No entanto, nunca houve consenso do que seria o “melhor: o mais antigo, o mais completo, o mais autenticado, o mais utilizado…). Outros passaram a defender um método majoritário, um mínimo conteúdo comum dentre várias fontes. Ainda, havia o método conjectural de Richard Bentley (1662 – 1742) que intencionava inferir com suposição e imaginação a melhor forma textual, “corrigindo” inconsistências do textos. Atualmente, há uma prevalência de uma escola eclética, na qual as variantes são consideradas partes integrais de um texto e sua história.

Como método de leitura crítica da Bíblia, a filologia é a disciplina que estuda o vocabulário, a gramática e o estilo; informada por outros escritos bíblicos e outros escritos no línguas iguais ou cognatas.

BIBLIOGRAFIA

Bassetto, Bruno Fregni. Elementos de filologia românica. EdUSP, 2001.

Cerquiglini, Bernard. Éloge de la variante: histoire critique de la philologie. Paris: Seuil, 1989.

Turner, James. Philology: The forgotten origins of the modern humanities. Princeton University Press, 2015.

Congregação Cristã no Brasil

A Congregação Cristã é uma denominação cristã evangélica brasileira. Apesar de origem, práticas e teologia pentecostal, não utiliza essa identidade como autodesignação. Esposa uma eclesiologia das Igrejas Livres, típicas do Avivamento Continental e uma soteriologia do pentecostalismo clássico da obra consumada, além de um ideal primitivista.

Sua origem no Brasil, no início do século XX, resulta da vinda de missionários leigos ítalo-americanos. Comissionados por várias igrejas na América do Norte, Louis Francescon, Lucia Menna, Agostino Lencioni, Giuseppe Petrelli e Luigi Terragnoli plantaram as sementes que fruiriam em várias conversões no Brasil. Cresceu originalmente nas colônias italianas do estado de São Paulo e Paraná, mas logo ganhou adesão de outros povos, notoriamente de uma origem migrante, tanto na capital paulista quanto na fronteira agrícola. Nos anos 1930 abrasileirou-se, realizando sua primeira convenção em 1936, bem como iniciou uma política de manter-se afastada de relacionamento interdenominacional e rejeição de mídia de massa. Nos anos 1950 e 1960 acompanhou o crescimento das grandes cidades brasileiras, ciclos migratórios internos. Nessa época alcançou todos os estados, além de iniciar congregações em comunhão no exterior.

Apresentou uma queda de membresia no início do século XXI. Em reação, adotou medidas para um aggiornamento. Essas medidas incluem escolas bíblicas infantis (espaço infantil), um novo hinário, uma nova reestruturação administrativa (com a formação de várias instâncias regionais e centrais em um regime presbítero-sinodal), atenção a surdos, missões em presídios, universidades e aldeias indígenas, bem como migrantes (falantes de espanhol e haitianos).

Sua teologia é centrada na Bíblia e acredita no batismo pelo Espírito Santo, na doutrina da trindade, na ressurreição e no retorno de Jesus. Crê que a salvação é mediante a graça, manifesta pela fé na obra redendora de Jesus Cristo. Pratica o batismo por imersão a partir da idade de consentimento de doze anos e a santa ceia. Crê na atualidade dos dons do Espírito Santo — com ênfase no falar em línguas como sinal do batismo no Espírito. Pratica a unção dos enfermos com o azeite, crendo em cura divina e na agência da medicina humana.

Considera que o Espírito Santo compele individualmente e guia coletivamente a Igreja. Em razão disso, valoriza aspectos de uma igreja livre e voluntária:

A Igreja acredita que é necessário um chamado celestial para aceitar e viver de acordo com sua fé e doutrina. Isso ocorre através da resposta interior de um indivíduo à iluminação e inspiração divinas; portanto, a Igreja respeita a liberdade de determinação do indivíduo. A adesão à doutrinada Igreja deve ser voluntária, livre de coerção do indivíduo.

CCUS, by-laws 1998

O lócus de sua teologia e prática ocorre nos cultos. Alternando hinos com atividades de oração, testemunhos, pregação, valoriza sua orquestra e o canto congregacional. Combina uma ordem rígida de sequência de eventos no culto com uma livre participação extemporânea, com a escolha dos hinos e as manifestações discursivas sem prévio preparo.

BIBLIOGRAFIA

Alves, Leonardo Marcondes. “Christian Congregation in Brazil.” Brill’s Encyclopedia of Global Pentecostalism Online. Brill, 2020.

Corrêa, Manoel Luiz Gonçalves. “Ritual e representação: o discurso religioso da Congregação Cristã no Brasil.” Mestrado em linguística, Universidade Estadual de Campinas, 1986.

Foerster, Norbert Hans Christoph. “A Congregação Cristã No Brasil Numa Área de Alta Vulnerabilidade Social No ABC Paulista: Aspectos de Sua Tradição e Transmissão Religiosa – a Instituição e Os Sujeitos.” Tese de doutorado em Ciências da Religião, Universidade Metodista de São Paulo, 2010.

Hollenweger, Walter J. The Pentecostals. Minneapolis: Ausburg Publishing House, 1972.

Monteiro, Yara Nogueira. “Congregação Cristã No Brasil: Da Fundação Ao Centenário – A Trajetória de Uma Igreja Brasileira.” Estudos de Religião 24, no. 39 (December 31, 2010): 122–163.

Valente, Rubia R. “Christian Congregation in Brazil, Congregação Cristã No Brasil.” In Encyclopedia of Latin American Religions, edited by Henri Gooren, 1–8. Cham: Springer International Publishing, 2018.

Animais na Bíblia

A Bíblia menciona cerca de 150 espécies de animais, incluindo criaturas míticas como o “beemote”, o “leviatã” e o “dragão”.

A classificação dos animais na Bíblia Hebraica difere da taxonomia científica moderna. Em Levítico 11 e Deuteronômio 14, os animais são categorizados principalmente como “puros” ou “impuros”, comestíveis ou proibidos, de acordo com seus habitats (terra, água ou ar), características físicas (casco, barbatanas e escamas, ou pernas articuladas) e dietas (carnívoros ou herbívoros). Essa classificação, embora baseada em critérios distintos daqueles utilizados hoje, representa uma das primeiras tentativas de organizar o reino animal de forma sistemática.

Os animais desempenham um papel importante na linguagem figurada da Bíblia. Metáforas, símbolos e símiles relacionados a animais são utilizados para expressar ideias complexas sobre a relação entre Deus e a humanidade, a natureza do pecado, a importância da obediência e outros temas centrais. Ovelhas e bois, por exemplo, são frequentemente usados para representar o povo de Deus, enquanto leões e águias podem simbolizar poder e realeza.

A arqueozoologia, o estudo de ossos de animais encontrados em escavações, tem contribuído significativamente para a compreensão do papel dos animais na cultura material do antigo Israel. Analisando restos de animais em sítios arqueológicos, os pesquisadores podem identificar as espécies consumidas, as práticas de abate e os métodos de cozimento. Esses estudos fornecem evidências que corroboram os relatos bíblicos sobre a alimentação e os costumes dos antigos israelitas.

Para interpretar as passagens bíblicas que mencionam animais, é essencial considerar o contexto histórico e cultural. O significado de um animal específico pode variar dependendo da época, da região e das crenças do autor bíblico. A pesquisa interdisciplinar, combinando estudos bíblicos, arqueologia, zoologia e outras áreas, é fundamental para uma compreensão completa do papel dos animais na Bíblia.

Lista de animais da Bíblia

  • Abelha: (דְּבוֹרָה, dəb̲ôrāh) – Êxodo 3:8; Provérbios 6:6; 30:25
  • Abutre – Levítico 11:14
  • Águia – Êxodo 19:4, Isaías 40:31, Ezequiel 1:10
  • Águia: (נֶשֶׁר, néshér) – Jó 39:27-30; – Êxodo 19:4, Isaías 40:31, Ezequiel 1:10
  • Andorinha – Isaías 38:14
  • Antílope: (תְּאוֹ, teʾo) – Deuteronômio 14:5; Isaías 51:20
  • Aranha: (עַכָּבִישׁ, ʿakkabish) – Jó 8:14; Isaías 59:5
  • Asno Selvagem: (פֶרֶא, p̲ereʾ; עָרוֹד, ʿārôd̲) – Gênesis 16:12
  • Asno: (חֲמוֹר, ḥămôr) – Gênesis 16:12; João 12:15
  • Aspis: (פֶתֶן, p̲et̲en) – Deuteronômio 32:33; Jó 20:14,16; Isaías 11:8
  • Avestruz: (יָעֵן, ya‘ên; רֶנֶנִ֥, rənān) – Jó 39:13-18; Lamentações 4:3
  • Basilisco: (צֶפַע, ṣep̲aʿ) – Provérbios 23:32; Isaías 11:8; 14:29; 59:5
  • Batráquios (rã, sapo) –צְפַרְדְּעִים, tsefardeʿim. Esta palavra é mencionada em conjunto com a praga ( Êxodo 8:2; Sl 78:45; 105:30; Apocalipse 16:13)
  • Behemoth: (בְּהֵמוֹת, bəhêmōṯ) – Jó 40:15
  • Bicho (Larva ou Verme) – Isaías 66:24, Jonas 4:7
  • Boi Selvagem: (תְּאוֹ, teʾo) – Deuteronômio 14:5; Isaías 51:20
  • Borboleta (Possível Mencionar Mariposa) – Isaías 50:9
  • Búfalo: (יַחְמוּר, yakhmur) – I Reis 4:23 (5:3 na versão hebraica)
  • Burro: (עַיִר, ʿayir) – Gênesis 49:11
  • Cabra Montês: (יַחְמוּר, yakhmur) – Deuteronômio 14:5
  • Camaleão: (תַּנְשֶׁמֶת, tínshéméth) – Levítico 11:30
  • Camelo: (גָּמָל, gāmāl) – Gênesis 24:10
  • Cão: (כֶּלֶב, keleḇ) – Jó 30:1; Isaías 56:10; Mateus 15:27
  • Carneiro: (אַיִל, ʾayil) – Gênesis 22:13
  • Cascavel: (צֶפַע, ṣep̲aʿ) – Isaías 14:29
  • Cegonha: (חֲסִידָה, ḥasidah) – Levítico 11:19; Jeremias 8:7
  • Cervo – Deuteronômio 12:15, 14:5
  • Cobra – Isaías 11:8
  • Cobra: (נָחָשׁ, nāḥāsh) – Gênesis 3:1
  • Codorniz – Êxodo 16:13, Números 11:31
  • Coelho (ou Lebre) – Levítico 11:6
  • Coelho: (שָׁפָן, shāphān) – Levítico 11:5; Provérbios 30:26
  • Corça: (צְבִי, tsevi) – Deuteronômio 12:15
  • Cormorão (Ave aquática) – Levítico 11:17
  • Coruja, Mocho (יַנְשׁוּף, yanšōp̄) –  – Levítico 11:16-17, Salmos 102:6, Isaías 34:15
  • Corvo: (עֹרֵב, ʿōrēv) – Gênesis 8:7
  • Crocodilo: (תַּנִּין, tannîn) – Ezequiel 29:3
  • Cruzeta (Ave rapina) – Levítico 11:14
  • Cudo – Deuteronômio 14:5
  • Dragão: (תַּנִּין, tannîn) – Isaías 27:1; 30:7.
  • Dromedário: (בִּכְרָה, bik̲rāh) – Isaías 60:6; Gênesis 24:10, Mateus 3:4, 19:24
  • Elefante (שֶׁנְהַבִּים, shenhabbim) – implícito no comércio de marfim.  1 Reis 10:22
  • Elefante: (שֶׁנְהַבִּים, shenhabbim) – I Reis 10:22
  • Ema (Avestruz ou Avutre-do-mato) – Lamentações 4:3
  • Escorpião    (עַקְרָב, ʿaqrab)  – Deuteronômio 8:15, 1 Reis 12:11, Lucas 10:19
  • Esponja: (σπόγγος, spongos) – Mateus 27:48
  • Falcão: (נֵץ, nēts) – Levítico 11:16, Jó 39:26
  • Formiga: (נְמָלָה, nəmālāh) – Provérbios 6:6; 30:25
  • Gafanhoto: (אַרְבֶּה, ʾarbeh) – Êxodo 10:13, Levítico 11:22, Joel 1:4, Mateus 3:4
  • Galo: (ἀλέκτωρ, alektor) – Mateus 26:34
  • Gamo: (צְבִי, tsevi) – Deuteronômio 14:5
  • Gavião (Ave rapina) – Levítico 11:16, Jó 39:26
  • Gazela: (צְבִי, tsevi) – Cântico dos Cânticos 2:9; Deuteronômio 12:15, 14:5
  • Girrafa: (תַּחַשׁ, taḥash) – Números 4:6
  • Heron (Garça) – Levítico 11:19
  • Hiena: (צבוע, çāḇûa‘) – Jeremias 12:9; Isaías 34:14
  • Hipopótamo: (בְּהֵמוֹת, bəhêmōṯ) – Beemote?)  Jó 40:15
  • Íbex: (יָעֵל, yā‘ēl) – Jó 39:1
  • Íbis: (יַנְשׁוּף, yanšōp̄) – Levítico 11:17
  • Jacaré: (לִוְיָתָן, liwyāthān) – Jó 41:1
  • Javali (Porco selvagem) – Salmos 80:13
  • Joaninha (Inseto mencionado indiretamente) – Isaías 40:22
  • Lagarto: (לְטָאָה, ləṭāʾāh) – Levítico 11:30
  • Leão: (אֲרִי, ʾarî) – Gênesis 49:9, Juízes 14:8, 1 Reis 13:24, Daniel 6:16, Apocalipse 5:5
  • Lebre: (אַרְנֶבֶת, ʾarnevet) – Levítico 11:6
  • Leopardo: (נָמֵר, nāmēr) – Isaías 11:6, Jeremias 13:23
  • Lobo: (זְאֵב, zəʾēv) – Gênesis 49:27; Isaías 11:6, Mateus 7:15
  • Louva-a-deus: (חָגָב, ḥāḡāv) – Levítico 11:22
  • Macaco: (קוֹף, qōph) – I Reis 10:22
  • Milhano (Referência genérica a aves de rapina) – Levítico 11:14
  • Mocho (Coruja pequena) – Levítico 11:16, Salmos 102:6
  • Morcego: (עֲטַלֵּף, ʿaṭallef) – Levítico 11:19
  • Mosca: (זְבוּב, zəvûv) – Êxodo 8:21; Eclesiastes 10:1
  • Mosquito: (כִּנִּים, kinnim) – Êxodo 8:16
  • Mula – 2 Samuel 18:9, 1 Reis 1:38
  • Órix (Espécie de antílope) – Deuteronômio 14:5
  • Ovelha – Êxodo 12:5, 1 Samuel 17:34, Mateus 25:33
  • Ovelha: (כֶּבֶשׂ, keves) – Gênesis 4:2
  • Pardal – Mateus 10:29
  • Pássaro: (צִפּוֹר, tsippor) – Gênesis 1:20
  • Pato –  possivelmente referida indiretamente – Levítico 11:18
  • Pavão: (תֻּכִּיִּים, tukkiyyîm) – I Reis 10:22
  • Peixe: (דָּג, dāg) – Gênesis 1:26; Gênesis 1:21, Jonas 1:17, Mateus 14:17
  • Perdiz: (קֹרֵא, qōrēʾ) – I Samuel 26:20
  • Piolho: (כִּנִּים, kinnim) – Êxodo 8:16
  • Pomba: (יוֹנָה, yōnāh) – Gênesis 8:8, Mateus 3:16.
  • Porco: (חֲזִיר, ḥazîr) – Levítico 11:7, Deuteronômio 14:8, Mateus 7:6
  • Poupa – Pássaro Upupa epops. Levítico 11:19
  • Pulga: (פַּרְעֹשׁ, parʿōsh) – I Samuel 24:14
  • Rã: (צְפַרְדֵּעַ, tsəfarde‘a) – Êxodo 8:2
  • Rato – Levítico 11:29, Isaías 66:17
  • Rato: (עַכְבָּר, ʿakhbar) – Levítico 11:29
  • Ravina (ou Abutre negro) – Levítico 11:13
  • Rinoceronte   –  Possível referência indireta ao Beemote? Jó 40:15
  • Roedor: (חֹלֶד, ḥōled) – Levítico 11:29
  • Salamandra (Lagarto pequeno) – Levítico 11:30
  • Sapo – Apocalipse 16:13
  • Sapo: (צְפַרְדֵּעַ, tsəfarde‘a) – Êxodo 8:2
  • Serpente: (נָחָשׁ, nāḥāsh) – Gênesis 3:1, Êxodo 4:3, Números 21:9, Isaías 30:6
  • Tartaruga – Levítico 11:29.
  • Texugo: (גִּרְפָּה, girppah) – Levítico 11:18um animal tipo gambá, ao menos como tamanho, que pode ser encontrado no deserto. Em Êxodo 25:5, a “pele de texugo” não consta este animal, mas o termo incerto tahash. Ezequiel 16,10 para descrever o material de um sapato traduzido como “couro de texugo” em algumas versões.
  • Tigre: (לַיִשׁ, láyish) – Jó 4:11. Indiretamente mencionado como fera selvagem  Apocalipse 13:2
  • Touro: (פַּר, par) – Êxodo 21:28 Êxodo 32:4, 1 Samuel 6:7
  • Urso: (דֹּב, dov) – I Samuel 17:34.
  • Unicórnio – possivelmente, o oríx. Números 23:22; Números 24:8; Deuteronômio 33:17; Jó 39:9; Jó 39:10; Salmos 22:21; Salmos 29:6; Salmos 92:10; Isaías 34:7.
  • Veado: (אַיָּל, ʾayyal) – Deuteronômio 12:15
  • Vespa: (צִרְעָה, tsir‘ah) – Êxodo 23:28
  • Víbora: (אֶפְעֶה, ʾep̄‘eh) – Isaías 30:6; Mateus 3:7, Isaías 14:29, 59:5
  • Vulture: (עַיִט, ʿāyit) – Deuteronômio 14:13
  • Xofrango é uma ave imunda de acordo com a lei mosaica (Levítico 11:13; Deuteronômio 14:12); a águia-pescadora (Pandion haliaetus); 
  • Zebra (Referência indireta a espécies selvagens da região) – Jeremias 2:23