Rio próximo a Damasco, chamado em árabe Barada.
É mencionado por Geazi como um rio igual ou melhor que o Jordão ao qual Eliseu mandou-o banhar-se. (2 Re 5:12). O Texto Massorético registra como variante (Qere, Ketiv) o nome Amana.
Rio próximo a Damasco, chamado em árabe Barada.
É mencionado por Geazi como um rio igual ou melhor que o Jordão ao qual Eliseu mandou-o banhar-se. (2 Re 5:12). O Texto Massorético registra como variante (Qere, Ketiv) o nome Amana.
Em hebraico צרפת, cidade fenícia entre Tiro e Sidom, no atual Líbano. Obadias 1:2 menciona a cidade como limite de Canaã.
No ciclo de Elias Sarepta aparece sujeita a Sidom (1 Re 17:8-24). O profeta encontrou refúgio na casa de uma viúva em Sarepta, a qual multiplicou a farinha e o azeite além de trazer seu único filho a vida. Este perícope é mencionado por Jesus (Lc 4:26) como um exemplo da amplitude de Deus para os não israelitas (gentios).
O local constitue um importante sítio arqueológico, dado a seu relativo status imperturbado. Situa-se próximo à moderna cidade de Sarafand.
BIBLIOGRAFIA
Pritchard, James B. Recovering Sarepta, a Phoenician City: Excavations at Sarafund, 1969-1974, University Museum of the University of Pennsylvania. Princeton: Princeton University Press, 1978.
Águas de Merom ou Lago Hula era um lago de água fresca no norte do Rio Jordão. A única menção na Bíblia ocorre em Josué 11, na batalha entre os israelitas e os cananeus liderados por Jabim, rei de Hazor.
No período romano era chamado em grego de Semechontis ou em hebraico e aramaico de Samko. Outra designação, Hulatha, passou para o árabe Baheiret el-Huleh.
Nos anos 1950, o Lago Hula foi drenado.
Em hebraico כַּנֵּה, kanneh, uma cidade mencionada em Ezequiel 27:23 em conexão com Harã e Éden; identificado como um dos lugares com os quais Tiro (e Sabá, Assur e Quilmade) mantinha relações comerciais.
Uma grande cidade grega economicamente importante na Grécia, na qual Paulo fundou uma igreja.
No período helenista, a cidade era um importante centro cultual a Afrodite. Contudo, a cidade foi destruída pelos romanos em 146 a.C. Apesar de autores romanos dizerem que a cidade teria sido arrasada e despovoada, indícios arqueológicos apontam uma contínua habitação na área até a reconstrução romana. Quase um século depois, em 44 a.C., uma cidade de mesmo nome foi construída nas imediações do sítio da anterior, sendo a capital da região de Acaia.
Tinha uma posição estratégica no istmo que conecta o Peloponeso ao resto da Grécia, bem como meio-caminho entre os golfos de Corinto e Sarônico — servidos pelos portos de Lequeu e Cencrea.
A suposição de que Corinto seria um centro de prostituição durante o período paulino não tem corroboração histórica. O grande templo de Afrodite da era grega já tinha sido destruído na época do Novo Testamento. Um templo menor de Afrodite, junto do santuário de cura dedicado a Asclépio, eram os principais locais de culto greco-romanos nesse período.
BIBLIOGRAFIA
Walters, James C., and Daniel N. Schowalter. “Corinth in context: comparative studies on religion and society.” Supplements to Novum Testamentum 134 (2010).