Kathryn Tanner (nascida em 1957) é uma teóloga episcopal (anglicana) americana.
Educada na Yale University, onde também fez a maior parte de sua carreira, Tanner combina a história do pensamento cristão e métodos interdisciplinares, como teorias críticas, sociais e feministas.
Ela propõe uma relação não competitiva entre Deus e as criaturas, tendo Cristo como centro de ligação da humanidade com Deus.
Catherine Clark Kroeger (1925 – 2011), professora, biblista especializada nos estudos do Novo Testamento, teóloga presbiteriana americana.
Kroeger fundou a organização Cristãos pela Igualdade Bíblica (CBE) e a Peace and Safety in the Christian Home (PASCH). Pesquisou e promoveu a conscientização contra a violência e ao abuso de mulheres.
BIBLIOGRAFIA
Kroeger, Catherine C.; Nason-Clark, Nancy; Study Bible for Women, (Oxford University Press, 2005.
Kroeger, Catherine C.; Nason-Clark, Nancy. Refuge From Abuse: Hope and Healing for the Abused Christian Woman. InterVarsity Press, 2004.
Kroeger, Catherine C.; Nason-Clark, Nancy. Refúgio contra o abuso. Rio de Janeiro: CPAD, 2006
Kroeger, Catherine C. IVPress Women’s Bible Commentary. Downers Grove, 2002.
Kroeger, Catherine C.; Nason-Clark, Nancy. No Place for Abuse: Biblical and Practical Resources to Counteract Domestic Violence. InterVarsity Press, 2001, 2010.
Kroeger, Catherine C.; Beck, James R. Healing the Hurting: Giving Hope and Help to Abused Women. Baker Books, 1998.
Kroeger, Catherine C.; Beck, James R. Women, Abuse, and the Bible: How Scripture Can Be Used to Hurt or to Heal. Baker Books, 1996.
Kroeger, Catherine C. et al. The Goddess Revival. Baker, 1995.
Kroeger, Catherine C.; Kroeger, Richard C. I Suffer Not a Woman: Rethinking 1 Timothy 2:11-15 in Light of Ancient Evidence. Baker Book House, 1992.
Kroeger, Catherine C.; Storkey, Elaine; Evans, Mary. NRSV Study Bible for Women New Testament. Baker Books, 1985.
Kroeger, Catherine C. “Does Belief in Women’s Equality Lead to an Acceptance of Homosexual Practice?” Priscilla Papers, Spring 2004.
Kroeger, Catherine C. “Pandemonium and Silence at Corinth” (with Richard Kroeger),The Reformed Journal, June 1978.
Kroeger, Catherine C. The Women’s Study Bible (ed.) Oxford University Press, 2009.
Kroeger, Catherine C. Beyond Abuse in the Christian Home: Raising Voices for Change” (ed.), Nancy Nason-Clark & Barbara Fisher-Townsend. Wipf & Stock, 2008.
Annie Wright Marston, também Annie Westland Marston (1852 – 1937) foi uma autora, apoiadora de trabalho missionário, teóloga e professora de escola dominical inglesa.
Filha de um pastor e médico batista, envolveu-se com o movimento de Keswick. Em 1877, enquanto lecionava a escola dominical para meninas em Keswick, suas pupilas pediram versos da Bíblia para memorizar durante a semana. A prática teve tão grande retorno que Annie escreveu para Children’s Special Service Mission para publicar cartões ou filipetas com listas de versos bíblicos para a memorização infantil.
A prática de memorização de versos, seus cartões e sua recitação semanal antecedem os recitativos dos salmos presentes nas reuniões de jovens da Congregação Cristã.
A irmã de Annie, Eleanor Agnes Marston viajou como missionária em 1887 da Missão do Interior da China. Eleanor conheceu e casou-se com seu colega missionário Cecil Charles Polhill. Cecil era um dos chamados Cambridge Seven, jovens aristocratas que fizeram um voto de serem evangelistas e missionários. O casal desenvolveu várias missões evangelísticas e sociais na China e no Tibete, mesmo enfrentando violência. Cecil ainda visitaria Azusa Street e foi um dos pioneiros pentecostais no Reino Unido.
Veio de uma família ávida pela literatura. O avô Stephen Marson, também pastor batista, criou uma escola e biblioteca. O tipo John Marson e o primo Phillp Burke Marson foram literatos. Annie manteve a tradição familiar, sendo escritora de diversos gêneros.
Annie escreveu vários hinos que eram cantados nas convenções de Keswick. Autorou três livros didáticos que ensinavam geografia, história e antropologia da China, Índia e África para crianças. Inovou ao escrever sob a perspectiva das crianças desses países e sintetizar informações que ela recebia de primeira mão de seus contatos missionários.
Escreveu ainda outros livros (alguns sob pseudônimos) visando a educação moral das crianças, especialmente meninas.
Coautorou a biografia de sua irmã Eleonora e escreveu um livro sobre o Tibete.
Suas reflexões teológicas centravam-se na ação do Espírito Santo, ministério e missão — tópicos sobre os quais também publicou.
Julian ou Juliana de Norwich (1342 –c. 1416), uma anacoreta, mística e teóloga inglesa.
Autora de uma obra de reflexões devocionais e teológicas, Revelações do Amor Divino (Revelations of Divine Love, c. 1395), seria a primeira mulher a ser escritora em língua inglesa.
Ao sofrer uma doença que a deixou à beira da morte, recebeu várias visões, as quais compilou em um livro. Mais tarde, curada, escreveu explanações teológicas acerca das visões.
Sua teologia era otimista, orientada pela onibenevolência e amor de Deus em termos de alegria e compaixão. Como Isaías 49:15, equipara o amor divino com o amor materno. A reconciliação da humanidade com Deus foi mediante a encarnação quando compartilhou a “queda” humana no ventre de Maria. Ao encarnar-se, morrer e ressuscitar, Jesus experimentou em sua dupla natureza o nascimento, sofrimento e morte. Mas sendo divino, alterou para sempre a natureza humana.
Foi conselheira espiritual de sua comunidade. Recebeu visita de Margery Kempe.