Metonímia

A metonímia é uma figura de linguagem na qual uma palavra ou frase é substituída por outra palavra ou frase com a qual está intimamente associada, geralmente para transmitir uma ideia complexa ou evocar uma emoção específica.

Um exemplo de metonímia na Bíblia pode ser encontrado em João 6:27: “Não trabalhem pela comida que estraga, mas pela comida que permanece para a vida eterna.” Neste versículo, a palavra “comida” é uma metonímia para todas as coisas que sustentam a vida humana, incluindo nutrição física e sustento espiritual.

Outro exemplo de metonímia em Lucas 16:29 diz: “Eles têm Moisés e os Profetas; ouçam-nos.” Neste versículo, “Moisés e os Profetas” são usados ​​como uma metonímia para todo o corpo das escrituras hebraicas, hoje chamadas de Tanakh (Torah, ou seja Lei de Moisés, Neviim ou os Profetas, com a coleção dos Khetuvim, Escritos, ausentes).

A metonímia é uma ferramenta literária poderosa que pode ser usada para evocar emoções fortes e transmitir ideias complexas de forma concisa e memorável.

Personificação

Personificação é uma figura de linguagem na qual características, qualidades ou ações humanas são atribuídas a entidades não humanas, como animais, objetos ou conceitos abstratos.

Um exemplo de personificação na Bíblia pode ser encontrado no Salmo 98:8, que afirma: “Que os rios batam palmas, que os montes juntos cantem de alegria.” Neste verso, os rios e as montanhas são personificados como se fossem capazes de ações humanas como bater palmas e cantar.

Uma espécie restrita de personificação é a prosopopeia ou apóstrofe. Nessa figura de linguagem um falante se dirige a uma pessoa ou objeto que não está presente ou não pode responder. Um exemplo de prosopopeia na Bíblia pode ser encontrado no Salmo 114:5, que afirma: “O que te aflige, ó mar, que fugiste? Ó Jordão, que voltaste?” Nesse versículo, o salmista dirige-se ao mar e ao rio Jordão como se fossem pessoas capazes de ouvir e responder à sua pergunta.

Tanto a personificação quanto a prosopopeia são comumente usadas na literatura e na poesia para adicionar profundidade e emoção ao texto. Na Bíblia, essas figuras de linguagem costumam ser usadas para transmitir mensagens religiosas e morais importantes de maneira memorável e impactante.

Morte

A morte, enquanto evento universal e inevitável, tem sido objeto de reflexão e especulação em todas as culturas e épocas. No antigo Oriente Próximo, a morte era geralmente vista como uma transição para outra forma de existência, e não como um fim absoluto.

Morte no Antigo Oriente Próximo:

As culturas do antigo Oriente Próximo, como a Mesopotâmia, o Egito, a Pérsia e Canaã, compartilhavam a crença na continuidade da existência após a morte, embora com variações em seus detalhes e interpretações.

Na Mesopotâmia, a morte era vista como parte intrínseca da natureza humana, um destino inevitável decretado pelos deuses. O reino dos mortos, inicialmente associado às montanhas, passou a ser concebido como um submundo sombrio e lúgubre, onde os mortos levavam uma existência fantasmagórica. A mitologia mesopotâmica também atribuía grande importância à morte, com deuses sendo mortos e ressuscitados em seus mitos.

No Egito, a crença na vida após a morte era central para a cultura e religião. Os egípcios desenvolveram elaboradas práticas funerárias para garantir a passagem do morto para o além-vida, onde se acreditava que eles continuariam a viver e realizar atividades cotidianas. A crença em julgamento após a morte e a possibilidade de punição ou recompensa também eram comuns.

Na Pérsia, a religião zoroastriana apresentava um sistema complexo de julgamento e destino após a morte, com recompensas para os justos e punições para os ímpios. A influência do zoroastrismo na cultura persa e em outras religiões do Oriente Médio é significativa.

Em Canaã, a morte era associada ao deus Mot, e o submundo era concebido como uma cidade localizada nas profundezas da terra. A mitologia cananeia incluía o ciclo de morte e ressurreição de Baal, representando a mudança das estações e a renovação da vida.

Morte no Antigo Testamento:

A compreensão da morte em Israel antigo compartilhava elementos com as culturas vizinhas, mas também apresentava aspectos distintivos. A narrativa de Gênesis 2-3 sugere que a morte entrou no mundo como consequência do pecado de Adão e Eva, embora haja diferentes interpretações sobre a natureza e a extensão dessa consequência.

O Antigo Testamento oferece informações limitadas sobre a existência após a morte, mas a maioria dos textos descreve a morte como uma existência sombria e inativa no Sheol, o reino dos mortos. No entanto, há também referências à esperança na ressurreição e na vida após a morte, especialmente em textos poéticos e proféticos.

As práticas funerárias em Israel eram relativamente simples, sem rituais religiosos elaborados. O enterro era a forma mais comum de lidar com os mortos, e a cremação era rara. A não sepultura era considerada uma desgraça e um sinal de grande desonra.

O termo hebraico “Sheol” (שְׁאוֹל) se refere ao reino dos mortos, um lugar obscuro e silencioso onde os mortos residem em um estado de inatividade. Embora o Sheol seja frequentemente traduzido como “túmulo” ou “cova”, ele representa um conceito mais amplo, equivalente ao Hades na mitologia grega. A descrição do Sheol no Antigo Testamento é geralmente negativa, sem distinção clara entre justos e ímpios.

No período posterior do Antigo Testamento, há evidências de uma crescente diversidade de crenças sobre a morte e a vida após a morte. Textos como Eclesiastes expressam ceticismo sobre a continuidade da existência após a morte, enquanto outros, como Daniel 12, apontam para a esperança na ressurreição.

Período Intertestamentário e o Novo Testamento

O período intertestamentário testemunhou uma crescente influência do pensamento grego sobre as crenças judaicas sobre a morte e a vida após a morte. A ressurreição dos mortos se tornou um tema central na teologia judaica, especialmente entre os fariseus. Os saduceus, por outro lado, negavam a ressurreição e qualquer forma de vida após a morte.

No Novo Testamento, a morte e a ressurreição de Jesus Cristo são o ponto central da mensagem cristã. A morte de Jesus é vista como um sacrifício expiatório pelos pecados da humanidade, e Sua ressurreição é a garantia da ressurreição de todos os crentes. O Novo Testamento afirma a ressurreição dos mortos e o julgamento final, mas oferece poucas informações sobre o estado intermediário entre a morte e a ressurreição.

Satanás

Sstanás, ou Satã, é a forma grega do termo hebraico satan (שָׂטָן), um substantivo genérico que significa “acusar” ou atuar como “adversário”, quer perante um tribunal (Salmo 109:6) ou de um forma geral de oposição (2 Samuel 19:22). Adicionalmente, o termo ganhou conotação de um ser maligno pessoal.

    Nas Escrituras o mal aparece como pessoal, ou seja, agente (com capacidade de ação) e personificado (com identidade), sendo representado por diversas formas. Depois do exílio babilônico os diversos nomes e alusões pessoais ao mal fundiram-se na figura do Inimigo, Satanás (forma grega do hebraico satan adversário, cf. 1 Samuel 29:4, Salmos 109:6; Números 22:22), ou Diabo (grego para “caluniador”, cf. Jó 1:9-11, Zacarias 3:1-5, Apocalipse 12:10).

    Satanás no Antigo Testamento

    Em sua forma genérica, satan denota algum inimigo na guerra (1 Reis 5:4; 11:14, 23, 25), inclusive um traidor na batalha (1 Samuel 29:4).

    No Antigo Testamento, a figura de Satanás como um ser divino aparece apenas três vezes. Em Jó 1-2 e Zacarias 3:1-2 Satanás é um membro da corte divina que acusa os humanos diante de Deus. Em 1 Crônicas 21:1, aparece como incitador do erro. No entanto, no Antigo Testamento não aparece como um inimigo de Deus ou como o líder das forças demoníacas do mal.

    Também como um antagonista divino, o termo aparece em Números 22:32, para referir ao anjo que se opõe a Balaão.

    Satanás no Novo Testamento

    No NT, o Mal é personificado e aparece com frequência, especialmente nos Evangelhos e Apocalipse. As designações como “diabo” (Mt 4:1), “tentador” (Mt 4:3), “acusador” (Ap 12:10), “governante dos demônios” (Lucas 11:15), “governante deste mundo” (João 12:31), “Belzebu” (Mt 10:25) e “o maligno” (Mt 5:37; Ef 6:13) são associadas a Satanás.

    Contudo, não há consenso quanto a associação entre figuras malignas e Satanás por todo o Novo Testamento. Estas passagens seguintes normalmente é aceita que Satanás e o Diabo sejam o mesmo ser:

    • Mateus 4:8-11, Marcos 1:12-13, Lucas 4:5-8.
    • Lucas 22:3-4, João 13:2-27.
    • Tiago 4:7.
    • Apocalipse 2:10; 12:9; passim.

    Já as passagens seguintes não possuem consenso quanto à identificação do Diabo com Satanás:

    • Mateus: 4:24, 8:16, 8:28, 8:31, 9:32, 12:22
    • Marcos: 1:32, 1:34, 6:13
    • Lucas: 8:2, 8:30, 9:1, 9:38
    • Tiago: 2:19

    Nos Evangelhos Sinópticos, Satanás é retratado trabalhando por meio de diferentes indivíduos, incluindo Pedro (Marcos 8:33) e Judas (Lucas 22:3). Um momento icônico envolvendo o Diabo ocorre no deserto, onde ele confronta Jesus (Mateus 4; Lucas 4).

    Nos escritos de Paulo, embora o Diabo seja ocasionalmente mencionado, sua presença não é tão frequente. O termo grego “satanas” aparece em várias cartas paulinas, como Romanos 16:20, 1 Coríntios 5:5, 7:5, 2 Coríntios 2:11, 11:14, 12:7, 1 Tessalonicenses 2:18 e 2 Tessalonicenses 2:9. A frase “ho diabolos“, provavelmente referindo-se ao Diabo, pode ser encontrada em Efésios 4:27, 6:11, 1 Timóteo 3:6,7 e 2 Timóteo 2:26. Paulo também utiliza a palavra “diaboloi” no plural, mas em referência aos caluniadores humanos (2 Timóteo 3:3, Tito 2:3). Outra menção é “Beliar” em 2 Coríntios 6:15. A frase “ho poneros”, que significa “o maligno”, é encontrada em Efésios 6:16 e 2 Tessalonicenses 3:3. Além disso, “ho peirazō” (o tentador) aparece em 1 Tessalonicenses 3:5, provavelmente referindo-se à mesma entidade mencionada como Satanás alguns versículos antes (1 Tessalonicenses 2:18). Além disso, Paulo se refere ao “príncipe das potestades do ar, do espírito que agora opera entre os desobedientes” em Efésios 2:2.

    Outras cartas paulinas, como Gálatas, Filipenses, Colossenses, Tito e Filemon, não apresentam o termo “Satanás” ou qualquer um de seus equivalentes.
    Notavelmente, na epístola mais longa de Paulo, a Carta aos Romanos, ele discute extensivamente o pecado e a natureza humana, mas se abstém de envolver explicitamente Satanás na equação, mencionando-o apenas uma vez na seção final (Romanos 16:20). Essa ausência de ênfase no papel de Satanás em levar as pessoas a pecar contraria a teoria de que Paulo abraçava uma cosmovisão dualista, na qual Deus se envolve em uma batalha contra uma contrapartida maligna pelas almas humanas.

    A Epístola aos Hebreus não menciona explicitamente o Satanás. No entanto, enfatiza a vitória de Cristo sobre o mal e o pecado, destacando o poder de Seu sacrifício para libertar a humanidade do domínio das trevas e da Morte, a qual é identificada com o Diabo (Hebreus 2:14-15).

    O Livro do Apocalipse revela uma imagem vívida da guerra cósmica e retrata Satanás como o Diabo (20:1-15). É um adversário confrontado e derrotado pelas forças divinas. Em Apocalipse 12:9, o dragão é identificado com o Diabo e Satanás:

    “E foi precipitado o grande Dragão, aquela antiga serpente, que se chama o Diabo e Satanás, o enganador do mundo inteiro – ele foi precipitado na terra, e os seus anjos foram precipitados com ele.”

    Interpretações e recepção

    Na concepção judaica a figura do ha-satan (“o satanás”) é entendida de forma diversa, porém mais comumente como um promotor celestial, subordinado a Yahweh, que acusa a nação ou algum israelita na corte celestial.

    Progressivamente, as figuras dos Arcontes, Azazel, Dragão, Inferno, Mastema, Beliar, Samael, Belzebu, Diabo, Lúcifer e ha-Satan foram fundidas na única figura do Diabo na Antiguidade Tardia e Idade Média. Assim, consolidou-se um mito de origem de Satanás como originalmente o maior dos anjos que se rebelou contra Deus e foi lançando à Terra para enganar, tentar, acusar e combater a Verdade, sendo seu domínio o Inferno. Nesse período, textos como Isaías 14:11-23 e Ezequiel 28:11-19, referentes aos reis de Babilônia e de Tiro, passaram a ser interpretados para dar suporte a essa narrativa. A batalha do céu de Apocalipse 12:7-12 não relata a origem de Satanás, nem diz quando ocorre a origem do mal.

    Tanto nos escritos judaicos quanto nos cristãos, prevê a derrota de Satanás pelo poder de Deus (Apocalipse 12:9-10; 20:1-15).

    BIBLIOGRAFIA

    Beck, Richard. Reviving old Scratch: Demons and the Devil for Doubters and the Disenchanted. Fortress Press, 2016.

    Jonker, Louis C. “” Satan Made Me Do It!” The Development of a Satan Figure as Social-Theological Diagnostic Strategy from the late Persian Imperial Era to Early Christianity.” Old Testament Essays 30.2 (2017): 348-366.

    Pagels, Elaine. “The Social History of Satan, the ‘Intimate Enemy’: A Preliminary Sketch”, Harvard Theological Review 84:2, 1991.

    Wray, T. J. and Gregory Mobley. The Birth of Satan: Tracing the Devil’s Biblical Roots. New York: Palgrave MacMillan. 2005.

    Espírito Santo

    O Espírito Santo a revelação — ainda que elusiva — da presença de Deus no mundo e entre os seguidores de Deus. Nas Escrituras Hebraicas o Espírito Santo aparece como agente na criação (Gn 1:2; Sl 33:6; Ez 37:1-10); atua como fonte de inspiração e poder entre várias pessoas em Israel; e permanece como presença de Deus entre o povo ( Ez 11:14-21). No Novo Testamento é o Espírito de Deus que reveste de poder a Jesus como o Messias (Mt 3:13-17; Mt 12:28) e capacita a igreja para sua missão (Atos 2).

    Na concepção cristã o Espírito Santo é uma Pessoa, no sentido de que possui vontade, inteligência e manifestação distintas. Assim, não se trata uma força ou energia, mas uma Pessoa (em grego hipóstase, não confundir Pessoa com indivíduo ou com o sentido popular dessa palavra em português) da Divindade Triúna,

    O judaísmo rabínico identificou o Espírito Santo (hebraico Ruach ha-Kodesh) com a personificação da Glória de Deus (hebraico Shekinah) manifestada em 1 Sm 10:5-6, Is 6:1, Jr 14:21, Ez  8:4, Lc  2:9, Jo 17:22. Igualmente, tradições tardias identificaram a Sabedoria de Deus (em grego Sophia) (Pv  1:20–33; 8:1—9:12; 3:19; cf. Mt 11:19) com o Espírito Santo. No período do Segundo Templo consolidou-se o entendimento que considerava o Espírito Santo como uma hipóstase (Sabedoria de Salomão 9:17; Martírio de Isaías 5:14; 4 Esdras 14: Salmos de Salomão 17:42; Documento de Damasco 2:1).

    O Espírito Santo é criador (Gn 1:2; Jó 26:12-13; 33:4; S 104:27-31). Concede poder e inspira (Gn 41:38-39, Êx 28:3; 35:31; Dt 34:9, Jz  14:6, 19; 15:14-15; Is 61:1; Ez  2:1-2; Mq 3:8; Zc 7:12) e revela (1 Co 2:10). É onipresente (Sl 139:7-10). Assim, sendo igual e consubstancial com o Pai e o Filho, o Espírito Santo exerce poder, riquezas, sabedoria, força, honra, glória, e digno de receber ações de graças (cf. com os atributos ao Cordeiro de Deus em Ap 5:12).

    Nomes, títulos e ação

    Nas Escrituras o Espírito Santo não possui um nome próprio, por essa razão é referido por várias designações. Esses nomes remetem às ações, atributos, manifestações e propósitos do Espírito Santo.

    • Espírito Santo: Sl 51:11; Lc 11:13; Ef 1:13; 4:30. O vento, fôlego ou sopro – em latim Spiritus e em grego Pneumos – dão uma ideia que remete aos ventos que entre os povos do deserto significava a vida ou a morte: traziam a água ou destruíam tudo nas tempestades de areia quente como o vento simum (cf. Is 40:7, Sl 103-15-18, Jr 4:11, Os 6:3). Com um vento abriu o Mar Vermelho (Êx 14:21). Como fôlego, Deus dá o sopro da vida (Gn 2:7, Ez 37:9-10).
    • Os Sete Espíritos de Deus: Em Ap 1:4 o Espírito Santo é referido como os Sete Espírito de Deus, cujas designações aparecem em Is 11:2 “E repousará sobre ele o Espírito do Senhor, e o Espírito de sabedoria e de inteligência, e o Espírito de conselho e de fortaleza, e o Espírito de conhecimento e de temor do Senhor”.
    • Paracleto ou Paráclito: traduzido como Consolador (Jo 14:15-26; 15:26; 16:7) ou Advogado (1 Jo 2:1).
    • A inspiração do Todo-Poderoso: Jó 33:4.
    • A virtude do Altíssimo: Lc 1:35.
    • Espírito da glória de Deus: 1 Pe 4:14.
    • Espírito da graça: Zc 12:10; Hb 10:29.
    • Espírito da verdade: Jo 14:17; 15:26.
    • Espírito de adoção: Rm 8:15.
    • Espírito de ardor: Is 4:4.
    • Espírito de Cristo: Rm 8:9; 1 Pe 1:11.
    • Espírito de Deus: Gn 1:2; 1 Co 2:11; Jó 33:4.
    • Espírito de juízo, de justiça: Is 4:4; 28:6.
    • Espírito de profecia: Ap 19:10.
    • Espírito de sabedoria e de revelação: Is 11:2; Ef 1:17.
    • Espírito de santidade: Rm 1:4.
    • Espírito de vida: Rm 8:2; Ap 11:11.
    • Espírito do Filho: Gl 4:6.
    • Espírito do Pai: Mt 10:20.
    • Espírito do Senhor: Is 61:1, Is 11:2; At 5: 9.
    • Espírito Eterno: Hb 9:14.
    • Espírito voluntário: Sl 51:12.
    • O Bom Espírito: Ne 9:20; Sl 143:10.
    • O Espírito: Mt 4:1; Jo 3: 6; 1 Tm 4: 1.

    VEJA TAMBÉM

    Pneumatologia