Alexandre de Alexandria (morte cerca de 326 d.C.) era bispo naquela cidade.
Alexandre liderou a oposição ao arianismo no Concílio de Nicéia (325 dC), embora seu diácono Atanásio, que mais tarde o sucederia, fosse o porta-voz
Alexandre de Alexandria (morte cerca de 326 d.C.) era bispo naquela cidade.
Alexandre liderou a oposição ao arianismo no Concílio de Nicéia (325 dC), embora seu diácono Atanásio, que mais tarde o sucederia, fosse o porta-voz
As versões coptas da Bíblia feitas no conjunto de dialetos egípcios pós-helenistas figuram, talvez, entre as primeiras a serem traduzidas.
A língua copta é derivada do egípcio antigo. Durante o período helenístico começou-se a utilizar o alfabeto unical grego, mais sete caracteres retirados do demótico egípcio. Como língua corrente, foi a língua majoritária do Egito até o final do primeiro milênio d.C., quando gradativamente foi suplantada pelo árabe. No século XVII deixou de ser falada no cotidiano, mas permaneceu como língua litúrgica dos cristãos coptas.
Tanto o Antigo e o Novo Testamento foram traduzidos para cinco dos dialetos do copta: boárico (norte), faiúmico, saídico (sul), acmímico e mesoquêmico (meio do Egito). Quase em sua totalidade foram utilizados papiros.
São testemunhas importantes para a história textual. O cânon é semelhante às outras grandes versões, mas a ordem dos livros diferem em alguns casos.
A ordem dos livros no cânon boárico são evangelhos (João, Mateus, Marcos, Lucas), epístolas paulinas (Hebreus entre 2 Tessalonicenses e 1 Timóteo), epístolas católicas, Atos e Apocalipse (embora o Apocalipse conste em relativamente poucos manuscritos).
As versões em saídico são evangelhos (João, Mateus, Marcos, Lucas), epístolas paulinas (Hebreus entre 2 Coríntios e Gálatas), epístolas católicas, Atos e Apocalipse.
Lillian Hunt Trasher (1887 – 1961) foi uma missionária americana em Asyut, Egito, onde fundou um orfanato, sendo apelidade de “Mãe do Nilo” do Egito.
Nascida em Jacksonville, Flórida, sua mãe era originalmente Quaker, mas converteu-se à Igreja Católica Romana. Na sua adolescência, Lillian converteu-se à fé evangélica. Estudou em escolas bíblicas em Cincinnati, Ohio, e Greenville, Carolina do Sul. Trabalhou em um orfanato da Carolina do Norte e no final da década de 1900 passou a congregar na Igreja de Deus (Cleveland, Tennessee) em Dahlonega, Geórgia, quando se tornou pentecostal.
Após romper seu noivado com um evangelista que não apoiava sua vocação, Lillian partiu para o Egito em 1910 com uns poucos dólares como missionária independente. Estabeleceu-se no centro do Egito, em Asyut, onde um dia uma mulher próxima da morte entregou-lhe sua criança. A partir daí iniciou sua obra de cuidado dos órfãos.
O orfanato recebia apoio de várias denominações, desde o Sínodo Evangélico do Nilo (Presbiteriano) e as Assemblies of God americanas, da qual Trasher tornou-se membro.
BIBLIOGRAFIA
Asenate era filha de Potifera, sacerdote de Rá em Om (Heliópolis), no Egito. Faraó a deu em casamento a José (Gn 41:45). Foi mãe de Manassés e Efraim (Gn 41:50-52; Gn 46:20).
Há um pseudoepígrafo intitulado José e Asenate que expande a narrativa sobre ela. É oriundo do Egito, mas teve ampla circulação em várias línguas. Apesar de ser assemelhado a uma midrash, aparenta ter tido uma recepção ou composição em círculos cristãos.
Potífera era um sacerdote do deus sol Rá em Om (Heliópolis) cuja filha, Asenate, foi dada em casamento a José pelo Faraó (Gn 41:45; 41:50; 46:20).